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Terapia e autoestima: como fortalecer sua relação consigo

Homem após sessão de terapia focada em autoestima

O que é autoestima e como ela afeta sua vida

Autoestima é a forma como uma pessoa percebe, interpreta e valoriza a si mesma. Ela não nasce pronta, nem permanece igual o tempo todo. Trata-se de uma construção emocional moldada pelas experiências, pelas relações e pela maneira como alguém aprende a lidar com suas próprias vulnerabilidades.

Quando a autoestima está fragilizada, até situações simples podem parecer excessivamente difíceis. Um comentário no trabalho, uma conversa mal interpretada ou um erro cotidiano podem ganhar proporções muito maiores internamente. Já quando existe uma relação mais saudável consigo, torna-se mais fácil lidar com desafios sem transformar cada dificuldade em uma confirmação de incapacidade.

A autoestima influencia diretamente a forma como alguém se posiciona nos relacionamentos, enfrenta mudanças, estabelece limites e interpreta os próprios fracassos. Ela atravessa escolhas profissionais, relações afetivas, vínculos familiares e até a capacidade de descansar sem culpa.

Mais do que “gostar de si mesmo”, autoestima envolve reconhecimento, respeito e acolhimento das próprias imperfeições. Não significa sentir confiança o tempo inteiro, mas conseguir continuar mesmo diante de inseguranças.

Como a autoestima afeta relacionamentos, trabalho e bem-estar emocional

A relação consigo influencia diretamente a relação com os outros. Pessoas com baixa autoestima podem desenvolver medo excessivo de rejeição, dificuldade em estabelecer limites ou necessidade constante de aprovação. Em muitos casos, acabam aceitando situações desconfortáveis para evitar abandono, conflito ou críticas.

No ambiente profissional, isso também se manifesta de maneiras sutis. Há quem silencie opiniões por acreditar que nunca é bom o suficiente. Outros entram em um ciclo de hiperprodutividade como tentativa de compensar uma sensação permanente de inadequação. O reconhecimento externo passa a funcionar como um combustível emocional temporário.

No campo emocional, a autoestima interfere até mesmo na forma como alguém interpreta os próprios erros. Uma falha deixa de ser apenas uma experiência humana e passa a ser entendida como confirmação de incapacidade pessoal. Com o tempo, isso alimenta o estresse, insegurança e exaustão psíquica.

Como saber se sua autoestima está baixa?

Nem sempre a baixa autoestima aparece de forma evidente. Muitas vezes, ela se manifesta em comportamentos cotidianos normalizados ao longo dos anos.

Alguns sinais comuns incluem:

  • dificuldade em reconhecer qualidades pessoais;
  • sensação constante de inadequação;
  • medo excessivo de críticas;
  • necessidade frequente de aprovação;
  • comparação constante com outras pessoas;
  • autocrítica intensa;
  • dificuldade em estabelecer limites;
  • sensação de não merecimento;
  • desconforto ao receber elogios;
  • tendência a minimizar conquistas.

Também é comum que pessoas com autoestima fragilizada desenvolvam padrões de autocobrança excessiva. Nada parece suficiente. Mesmo após conquistas importantes, surge rapidamente uma nova exigência interna.

Perceber esses sinais não significa fraqueza. Na maioria das vezes, representa apenas o reconhecimento de que existe um desgaste emocional acontecendo há muito tempo.

Por que muitas pessoas desenvolvem uma autoestima baixa ao longo da vida

A autoestima não nasce pronta. Ela é construída a partir das experiências emocionais acumuladas desde a infância. Comentários, relações familiares, experiências sociais e formas de acolhimento deixam marcas profundas na percepção de valor pessoal.

Determinadas vivências podem reforçar sentimentos de inadequação. Situações de rejeição, críticas constantes, ambientes emocionalmente hostis e ausência de validação afetiva podem fazer com que a pessoa aprenda a enxergar a si mesma através de um olhar extremamente severo.

Em muitos casos, a baixa autoestima não surge de um único acontecimento, mas de pequenas experiências repetidas durante anos.

Experiências da infância e adolescência que deixam marcas emocionais

A infância é um período de intensa formação emocional. Crianças aprendem sobre si a partir da maneira como são tratadas. Quando há acolhimento, escuta e segurança afetiva, desenvolve-se uma base emocional mais estável. Quando predominam críticas, humilhações ou invalidação emocional, o impacto pode permanecer por décadas.

Na adolescência, isso tende a se intensificar. É uma fase marcada por comparação social, busca por pertencimento e construção de identidade. Comentários sobre aparência, desempenho ou comportamento podem adquirir proporções muito maiores do que parecem externamente.

Muitas inseguranças adultas têm raízes em experiências emocionais antigas que nunca foram verdadeiramente elaboradas.

Como a comparação constante afeta a autoestima?

A sociedade contemporânea estimula uma lógica permanente de desempenho. Redes sociais, produtividade extrema e padrões idealizados criam uma sensação contínua de insuficiência. Sempre parece existir alguém mais bem-sucedido, mais bonito, mais disciplinado ou emocionalmente equilibrado.

A comparação constante desgasta silenciosamente a autoestima. Isso acontece porque a pessoa passa a medir seu valor a partir de referências irreais ou superficiais. Aos poucos, perde a capacidade de reconhecer a própria trajetória.

Além das cobranças externas, surgem também as internas. Muitos indivíduos desenvolvem um discurso mental rígido, marcado por exigência excessiva e intolerância ao erro. O descanso gera culpa. A vulnerabilidade parece fracasso. O autocuidado é visto como luxo.

Por que depender da aprovação dos outros afeta a autoestima?

Quando alguém cresce recebendo críticas constantes, pode aprender a acreditar que seu valor depende da aprovação alheia. Isso cria um estado de vigilância emocional permanente. A pessoa passa a moldar comportamentos, opiniões e escolhas para evitar rejeição.

O problema é que a validação externa nunca produz estabilidade emocional duradoura. Ela funciona como um alívio momentâneo. Logo depois, surge novamente a necessidade de confirmação.

Esse ciclo costuma gerar ansiedade, insegurança e sensação de vazio interno. Afinal, a própria identidade começa a depender excessivamente da percepção dos outros.

Como padrões de masculinidade podem dificultar o autocuidado emocional

Muitos homens foram ensinados desde cedo a associar vulnerabilidade à fraqueza. Expressões como “engole o choro”, “homem precisa ser forte” ou “não demonstra fraqueza” ainda fazem parte da formação emocional masculina em diversos contextos.

Com o tempo, isso pode criar um distanciamento das próprias emoções. Em vez de reconhecer tristeza, medo ou insegurança, muitos aprendem apenas a silenciar. O resultado frequentemente aparece em forma de irritabilidade, isolamento emocional, dificuldade de pedir ajuda e sensação constante de pressão interna.

Esse modelo de masculinidade endurecida dificulta o desenvolvimento de uma relação mais gentil consigo mesmo.

Quando procurar terapia para autoestima?

A terapia oferece um espaço de escuta sem julgamento. Um ambiente onde emoções podem ser compreendidas em vez de reprimidas. Ao longo do processo terapêutico, a pessoa começa a perceber padrões emocionais que antes pareciam invisíveis.

Fortalecer a autoestima não significa desenvolver arrogância ou autossuficiência absoluta. Significa construir uma relação mais honesta, equilibrada e acolhedora consigo.

A terapia ajuda justamente nesse processo de reconstrução interna.

O papel do espaço terapêutico na construção do autoconhecimento

Em muitos momentos da vida, as pessoas aprendem a funcionar no automático. Sentem, reagem e seguem em frente sem compreender verdadeiramente o que está acontecendo internamente.

O espaço terapêutico interrompe esse automatismo. Ele cria a possibilidade de observar emoções, pensamentos e comportamentos com mais profundidade.

Ao desenvolver autoconhecimento, a pessoa começa a identificar necessidades emocionais, limites pessoais e padrões de sofrimento que antes passavam despercebidos. Esse reconhecimento costuma ser um passo importante para fortalecer a autoestima.

Por que falar sobre emoções pode mudar a forma como você se enxerga

Nomear emoções produz clareza emocional. Quando sentimentos permanecem reprimidos, eles tendem a se transformar em tensão constante, irritação ou distanciamento afetivo.

Falar sobre o que dói permite reorganizar experiências internas. Muitas vezes, aquilo que parecia “fraqueza” revela apenas sofrimento acumulado, exaustão emocional ou ausência de acolhimento.

Ao perceber isso, a pessoa começa a construir uma visão menos punitiva sobre si mesma.

Baixa autoestima pode afetar a saúde mental?

Como ansiedade e autoestima podem estar conectadas

A ansiedade frequentemente se alimenta de insegurança, medo de inadequação e necessidade excessiva de controle. Pessoas com a autoestima emocionalmente desgastada podem viver em estado constante de alerta emocional, preocupadas em corresponder expectativas ou evitar falhas.

Esse padrão desgasta emocionalmente e intensifica sintomas ansiosos.

O impacto da depressão na percepção de si mesmo

A depressão pode distorcer profundamente a forma como alguém se percebe. Sentimentos de inutilidade, desesperança e culpa tornam-se recorrentes.

Nesses momentos, a pessoa não apenas sofre emocionalmente — ela também perde a capacidade de enxergar seu próprio valor de maneira equilibrada.

Quando a autocrítica deixa de ser saudável

Refletir sobre erros faz parte do amadurecimento emocional. O problema surge quando a autocrítica se transforma em violência interna constante.

Pensamentos excessivamente punitivos corroem a autoestima aos poucos. Em vez de promover crescimento, produzem medo, culpa e exaustão emocional.

Como melhorar a autoestima na prática

Saúde emocional não é um estado permanente de equilíbrio absoluto. Ela exige manutenção contínua. Assim como o corpo precisa de descanso e atenção, a mente também necessita de cuidado frequente. Ignorar emoções por longos períodos costuma aumentar o sofrimento interno.

Observe a forma como você fala consigo mesmo

Muitas pessoas convivem com um discurso interno extremamente rígido. A autocrítica constante pode fazer com que erros pareçam maiores do que realmente são e dificultar o reconhecimento das próprias qualidades.

Reduza comparações constantes

Comparar a própria vida com a dos outros costuma alimentar sensação de insuficiência. Com o tempo, isso enfraquece a capacidade de reconhecer a própria trajetória de maneira equilibrada.

Aprenda a estabelecer limites

Dizer “não”, reconhecer desconfortos e respeitar os próprios limites também faz parte de uma autoestima mais saudável. Quando alguém vive tentando agradar o tempo inteiro, tende a se afastar das próprias necessidades emocionais.

Permita-se buscar ajuda quando necessário

Em muitos casos, fortalecer a autoestima envolve olhar com mais atenção para sofrimentos emocionais acumulados ao longo do tempo. Buscar apoio psicológico pode ajudar nesse processo de reconstrução interna.

O primeiro passo pode ser simplesmente começar a se ouvir mais

Cuidar da autoestima também envolve olhar com mais atenção para a própria saúde emocional. A Igara oferece terapia online para homens adultos que buscam acolhimento profissional, escuta qualificada e acompanhamento psicológico.

Se você sente que este pode ser um momento importante para priorizar seu bem-estar, conheça os profissionais da Igara e agende sua primeira conversa em um ambiente seguro, acolhedor e especializado no público masculino.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina
Fernanda Chencci

Psicóloga - CRP: 06/190980

Por:

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Foto de perfil do psicólogo Airton Batista Jr., profissional da Igara especializado em atendimento psicológico voltado à saúde mental do homem.

Airton Batista Jr.

CRP: 06/231430

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, atua com base na Análise do Comportamento e na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagens centradas na maneira como o indivíduo age e responde às próprias experiências internas e ao seu contexto social.

Com experiência no atendimento a jovens e adultos, seu trabalho tem como foco o reconhecimento e a regulação emocional, a aproximação aos valores pessoais e a promoção de mudanças concretas na forma de lidar com pensamentos, emoções e comportamentos.

Possui especial interesse na temática da saúde mental masculina, que constitui a base principal de seus estudos. Dedica-se a questões como sexualidade, racialidade, dificuldades de expressão emocional, relacionamentos, trabalho e outras demandas que possam gerar sofrimento psíquico.

Acredita que, por meio de uma relação terapêutica sólida e acolhedora, abrem-se caminhos para a ação, o desenvolvimento pessoal e a construção de novas possibilidades de existência.

Foto de perfil do psicólogo Luiz Felipe Leite da equipe Igara, profissional especializado em psicologia e saúde mental masculina.

Luiz Felipe Leite

CRP: 06/214804

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrando com pesquisa voltada às masculinidades, relações raciais e violência, atua na clínica orientado pela Psicologia Histórico-Cultural, em diálogo com a Esquizoanálise. Parte do entendimento de que o sofrimento psíquico não nasce apenas no indivíduo, mas também nas relações, nas condições de vida e nas expectativas sociais que atravessam cada sujeito.

Possui experiência no acompanhamento de homens em diferentes demandas, como ansiedade, desânimo, dificuldades emocionais, conflitos nos relacionamentos, crises existenciais, questões de identidade e sexualidade, além de experiências de luto, migração e sofrimento relacionado ao trabalho. Também atuou em serviços voltados à responsabilização de homens em situações de violência, contribuindo para uma escuta cuidadosa sobre emoções difíceis e possibilidades de mudança, sem moralização ou julgamento.

Na clínica, acolhe pessoas que lidam com pressões de desempenho, sobrecarga, sensação de isolamento e conflitos afetivos. Muitas vezes, esses sofrimentos estão ligados a expectativas sociais rígidas, especialmente de gênero e produtividade, que produzem silenciamentos, esgotamento e dificuldades nas relações consigo mesmas e com os outros.

Propõe um espaço de escuta ética e sem julgamentos, onde a terapia não é um lugar de “conserto”, mas de compreensão dos processos, responsabilização e construção de novas formas de existir mais coerentes com o que a pessoa deseja para si.

Retrato da profissional Tayná Grávio, psicóloga especialista em atendimento psicológico focado na saúde mental do homem.

Tayná Grávio

CRP: 06/188201

Psicóloga formada pela USP (Universidade de São Paulo), realiza seu trabalho com base na abordagem Psicanalítica. Entende que a escuta adequada é uma ferramenta transformadora, para ajudar as pessoas a entenderem mais sobre si.

Ao longo de sua formação teve experiências em contextos clínicos com atendimentos individuais e terapia de casal. Enxergando cada pessoa de maneira única, sua prática é voltada para que seja possível entender melhor sentimentos, necessidades e comportamentos, viabilizando assim decisões mais conscientes.

Trabalha temas como relacionamentos amorosos, questões ligadas à vida profissional, questões de autoestima, questões familiares, ansiedade, solidão, questões relacionadas à sexualidade, sentimentos conflituosos. Como muitas vezes nossas angústias não estão tão claras, sua atuação busca ajudar a compreender esses aspectos, como também lidar com momentos de dúvida. Podem haver histórias difíceis que nos acompanham, merecendo ser cuidadas da melhor forma possível.

Sua atuação na clínica de saúde mental masculina busca oferecer um espaço seguro para que os homens possam falar livremente suas angústias, anseios, desejos e os sentimentos que forem surgindo no percurso terapêutico. A utilização desses recursos aliada a uma escuta sem julgamentos auxilia olhar para a própria vida e encontrar sentido na mesma.

Acredita que apesar de desafiador, olhar para nossas questões pode ser fundamental para que mudanças possam ocorrer.

Foto de perfil da psicóloga Amanda Minari da Igara que oferece atendimento psicológico especializado em saúde mental masculina.

Amanda Minari

CRP: 06/231108

Psicóloga e mestranda pela Universidade de São Paulo (USP), tem sua prática clínica orientada pela psicanálise — abordagem que reconhece a importância de entrar em contato com os próprios sentimentos, indo além da superfície.

Sua experiência inclui atendimentos voltados a adolescentes, adultos e idosos, envolvendo diversos contextos e demandas, como lutos e processos de terminalidade, conflitos conjugais, dinâmicas familiares e vivências LGBTQIAPN+. No âmbito acadêmico, dedica-se a estudos sobre família, funções parentais e relacionamentos afetivos.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, compreende os impactos emocionais gerados pelas expectativas ligadas ao ideal de homem. Com empatia e cuidado, oferece um espaço de escuta que possibilita a construção de novos caminhos, favorecendo a elaboração do sofrimento e o fortalecimento da liberdade psíquica.

Acredita que buscar atendimento psicológico é um ato de coragem. Um movimento de quem se permite olhar para si e para suas relações de forma mais atenta e implicada.

Retrato profissional de psicólogo Lucas Mascarim da equipe Igara, dedicado ao cuidado psicológico e à saúde mental do homem.

Lucas Mascarim

CRP: 06/203051

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, Mestrando em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da USP, campus de Ribeirão Preto. Sua atuação é orientada para a construção de novas possibilidades de existência e para a produção de jeitos mais genuínos de se lidar com a própria vida.

Com ampla experiência no atendimento de homens adultos, idosos e adolescentes, sua prática é voltada para a promoção de formas genuínas e potentes de se relacionar consigo mesmo e com outras pessoas.

Tem atuado principalmente no campo dos conflitos relacionais, principalmente aqueles entre casais e famílias, com experiência de anos na Assistência Social e no Judiciário. Atua há quatro anos, também, com questões relacionadas às dependências, seja de álcool e outras drogas, jogos, pornografia e uso de hormônios anabolizantes. Ministrou aulas e supervisionou estágios relacionados a questões acerca da sexualidade, com ênfase em dificuldades relacionadas à vivência sexual e processos de descobrimento e vivência da orientação sexual.

No contexto da saúde mental masculina, acredita que a constante reflexão e questionamento de nossos valores, crenças e expectativas sobre quem somos ou acreditamos que deveríamos ser produz muitas potencialidades para que seja possível se tornar um homem cada vez melhor.

Promove a compreensão de que explorar a própria subjetividade é se transformar constantemente e entender que as exigências e pressões vividas pelos homens devem ser acolhidas com cuidado e atenção.

Psicólogo Pedro, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

Pedro Borsari

CRP: 06/218137

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na abordagem narrativa e colaborativa, reconhecendo que cada pessoa carrega histórias únicas — e que, ao revisitar essas histórias com cuidado e respeito, é possível abrir espaço para mudança, reconexão e crescimento.

Atende adultos que enfrentam momentos de dúvida, desconexão, crises pessoais ou um incômodo persistente que não sabem nomear. Seu trabalho busca oferecer um espaço seguro para quem se sente travado, distante de si ou sobrecarregado por escolhas e expectativas que já não fazem mais sentido. Com escuta ativa e parceria, ajuda o paciente a reorganizar experiências e reconhecer novas possibilidades de ser e estar no mundo.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que convivem com cobranças internas, dificuldades em expressar o que sentem, sensação de inadequação ou questionamentos sobre identidade e propósito. Muitas vezes, são histórias silenciadas por muito tempo — e a terapia se torna um espaço onde elas finalmente podem ser ditas, escutadas e resignificadas.

Acredita que não existem respostas prontas, mas caminhos que podem ser construídos com mais consciência, autonomia e conexão com o que realmente importa para cada um.

Psicóloga Lívia, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina e terapia

Lívia Magalhães

CRP: 06/218239

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na terapia narrativa, abordagem que compreende as vidas humanas como construídas por histórias — e que reconhece o potencial de ressignificá-las para criar novas possibilidades.

Sua prática é centrada na ideia de que a terapia pode ser um espaço seguro, acolhedor e transformador, onde é possível fortalecer valores, ampliar repertórios e reconstruir a relação com os próprios caminhos e escolhas.

Sua trajetória inclui atendimentos a pessoas de diferentes faixas etárias e com demandas diversas, como relacionamentos, inseguranças, conflitos familiares, dificuldades no trabalho, parentalidade, ansiedade e depressão. Também tem se dedicado à escuta sensível de vivências ligadas à sexualidade, à população LGBTQIA+, e a experiências de luto — sejam perdas concretas ou simbólicas.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, desenvolve um trabalho atento às narrativas que muitas vezes são silenciadas: o medo de parecer frágil, o sentimento de inadequação, o vazio emocional, as dúvidas sobre identidade ou sobre o lugar que se ocupa no mundo. Com empatia, respeito e escuta ativa, busca oferecer um espaço onde seja possível construir novas versões de si mesmo, em sintonia com os próprios valores, afetos e desejos.

Acredita que, mesmo nos contextos mais difíceis, há espaço para criação, reconexão e escolha. Seu trabalho é voltado a homens que buscam compreensão, cuidado e transformação em suas trajetórias.

Psicólogo João, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

João Schilling

CRP: 06/217558

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, atua com base nas Terapias Cognitivo-Comportamentais (TCC). 

Com ampla experiência no atendimento de adolescentes e adultos, desenvolve um trabalho focado em promover mudanças concretas na forma como as pessoas lidam com pensamentos, emoções e comportamentos em seu dia a dia.

Sua prática clínica é voltada para pessoas que enfrentam dificuldades como ansiedade, baixa autoestima, insegurança, procrastinação, vícios, entre outras questões que afetam o bem-estar emocional e os relacionamentos. Utiliza estratégias baseadas em evidências científicas para auxiliar no desenvolvimento de habilidades práticas de enfrentamento, tomada de decisão e regulação emocional.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que lidam com a pressão por desempenho, dificuldade em expressar emoções, impulsividade, conflitos interpessoais e sensação de estar “no automático”. Seu trabalho busca oferecer ferramentas para que esses homens possam compreender melhor seus padrões de funcionamento, fortalecer sua autonomia e construir relações mais saudáveis consigo e com os outros.

Acredita que o processo terapêutico, aliado a um espaço acolhedor e colaborativo, pode abrir novos caminhos de mudança e crescimento pessoal.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina

Fernanda Chencci

CRP: 06/190980

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas (HC/USP) , atua na clínica com base na psicanálise, oferecendo uma escuta atenta e cuidadosa para quem deseja compreender melhor suas emoções, padrões de comportamento e relações.

Com experiência tanto em contextos hospitalares quanto em consultório, já acompanhou pessoas em momentos delicados da vida — como lutos, crises pessoais, conflitos afetivos e profissionais, além de processos mais profundos de autoconhecimento. Está em formação contínua pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise, o que reforça seu compromisso com um trabalho ético, reflexivo e humano.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, tem acolhido homens que lidam com cobranças internas, dificuldade de se expressar, sensação de isolamento, dúvidas sobre o próprio lugar no mundo, pressões relacionadas à carreira, à sexualidade ou à paternidade. Também desenvolve um olhar atento para as questões que envolvem os relacionamentos — sejam amorosos, familiares ou sociais — e como esses vínculos impactam o bem-estar emocional e a forma como o homem se relaciona consigo mesmo.

Com respeito e sem julgamentos, Fernanda busca oferecer um espaço seguro para que cada paciente possa se ouvir com mais liberdade e encontrar caminhos mais autênticos para viver.

Acredita que a terapia não é um lugar de conserto, mas de encontro — com aquilo que somos, com o que sentimos e com o que ainda estamos nos tornando.