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Quando começar terapia online?

Homem com expressão tranquila em ambiente urbano, simbolizando quando começar terapia online e o cuidado com a saúde mental masculina

Quando começar terapia online? Sinais que muitos homens ignoram

Para muitos homens, a terapia ainda aparece como algo distante — quase sempre associada a momentos extremos. A ideia de procurar ajuda costuma ser adiada até que tudo pareça fora de controle. Por isso, a pergunta “quando começar terapia online?” raramente surge de forma direta. Ela costuma aparecer como cansaço constante, irritação sem motivo claro ou a sensação de estar vivendo no automático.

Não é incomum que essa dúvida seja empurrada para depois. A rotina pede produtividade, presença e eficiência. O espaço para olhar para si mesmo acaba ficando em segundo plano. Ainda assim, a dúvida permanece, mesmo que silenciosa.

Terapia é só para momentos de crise?

Existe uma crença bastante comum de que a terapia só faz sentido quando algo “grave” acontece: um rompimento, uma crise, um colapso emocional. Mas a realidade é que muitas pessoas procuram terapia justamente antes de chegar a esse ponto — quando percebem que algo não está bem, mesmo sem conseguir nomear exatamente o quê.

Em alguns casos, a procura acontece quando estratégias antigas deixam de funcionar. Quando ignorar, distrair ou simplesmente seguir em frente já não resolve como antes. Não é preciso esperar por uma crise para procurar ajuda — perceber esse limite já é um dado importante.

Sentir que os dias passam rápido demais, ter dificuldade de relaxar ou perceber que a irritação virou um estado permanente são sinais frequentes. Eles nem sempre chamam atenção de imediato, mas indicam que algo está pedindo cuidado. A terapia não precisa ser apenas uma resposta a emergências; ela também pode ser um espaço de prevenção e entendimento, especialmente quando se fala em saúde mental.

Sinais de que talvez seja hora de procurar terapia online

Alguns sinais aparecem de forma discreta, mas persistente. Eles costumam se repetir no dia a dia, como:

  • cansaço emocional que não melhora mesmo após descanso
  • dificuldade de falar sobre o que sente ou de nomear emoções
  • sensação constante de estar em alerta ou sob pressão
  • irritação frequente sem um motivo claro
  • perda de interesse por atividades que antes faziam sentido
  • dificuldade de relaxar ou “desligar” a mente

Muitos homens relatam uma espécie de distanciamento interno: continuam funcionando, trabalhando, cumprindo tarefas, mas com pouco envolvimento emocional. Não é exatamente tristeza, nem raiva constante — é uma desconexão. Quando esse estado se prolonga, ele pode indicar que há questões sendo acumuladas sem espaço para elaboração.

Por que a terapia online facilita o primeiro passo

Para quem nunca fez terapia, o formato online costuma reduzir várias barreiras. Não há deslocamento, o horário tende a ser mais flexível e o ambiente é familiar. Esses fatores não apenas facilitam o início, mas ajudam a manter a continuidade do processo ao longo do tempo — algo essencial para que a terapia faça sentido.

A Igara foi pensada justamente para esse público. O foco em homens permite que a escuta leve em conta experiências, silêncios e dificuldades que muitos compartilham, oferecendo um espaço profissional que se adapta à rotina e respeita o tempo de cada pessoa — mesmo quando ainda não está claro por onde começar.

Fazer terapia é sinal de fraqueza?

Ainda existe a ideia de que procurar terapia significa não dar conta. Para muitos homens, isso entra em conflito direto com aprendizados antigos sobre autonomia e resistência. Mas a terapia não é um lugar de correção, nem de julgamento. É um espaço de atenção.

Olhar para o que incomoda, para o que se repete ou para o que foi silenciado ao longo do tempo não é sinal de fraqueza. Pelo contrário: exige disposição e responsabilidade consigo mesmo. A terapia oferece esse espaço de pausa, onde não é preciso performar nem apresentar soluções imediatas.

Ao longo do processo, é possível organizar o que está acumulado, entender padrões e nomear o que antes ficava difuso. Em muitos casos, começar não muda tudo de imediato — mas muda a forma de lidar com o que já existe.

Começar terapia online precisa ser uma decisão definitiva?

Um dos motivos mais comuns para adiar a terapia é a ideia de que começar significa assumir um compromisso longo ou uma mudança radical. Na prática, não precisa ser assim. Muitas pessoas começam para entender uma questão específica, atravessar um momento ou simplesmente conversar.

Na Igara, a terapia online é pensada como esse espaço possível: sem rótulos, sem pressa e sem expectativas rígidas. O processo pode se ajustar conforme a necessidade, e o primeiro passo não precisa vir carregado de certezas.

Então, quando começar terapia online?

Na maioria das vezes, a terapia começa a fazer sentido quando lidar sozinho passa a custar mais do que conversar. Quando manter tudo sob controle exige esforço constante, ou quando o desconforto deixa de ser pontual e vira parte da rotina.

A terapia online oferece a possibilidade de iniciar esse processo de forma mais acessível e compatível com o dia a dia. Para muitos homens, esse primeiro passo não resolve tudo — mas cria um espaço para entender melhor o que está acontecendo e decidir, com mais clareza, como seguir.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina
Fernanda Chencci

Psicóloga - CRP: 06/190980

Por:

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Psicólogo Pedro, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

Pedro Borsari

CRP: 06/218137

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na abordagem narrativa e colaborativa, reconhecendo que cada pessoa carrega histórias únicas — e que, ao revisitar essas histórias com cuidado e respeito, é possível abrir espaço para mudança, reconexão e crescimento.

Atende adultos que enfrentam momentos de dúvida, desconexão, crises pessoais ou um incômodo persistente que não sabem nomear. Seu trabalho busca oferecer um espaço seguro para quem se sente travado, distante de si ou sobrecarregado por escolhas e expectativas que já não fazem mais sentido. Com escuta ativa e parceria, ajuda o paciente a reorganizar experiências e reconhecer novas possibilidades de ser e estar no mundo.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que convivem com cobranças internas, dificuldades em expressar o que sentem, sensação de inadequação ou questionamentos sobre identidade e propósito. Muitas vezes, são histórias silenciadas por muito tempo — e a terapia se torna um espaço onde elas finalmente podem ser ditas, escutadas e resignificadas.

Acredita que não existem respostas prontas, mas caminhos que podem ser construídos com mais consciência, autonomia e conexão com o que realmente importa para cada um.

Psicóloga Lívia, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina e terapia

Lívia Magalhães

CRP: 06/218239

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na terapia narrativa, abordagem que compreende as vidas humanas como construídas por histórias — e que reconhece o potencial de ressignificá-las para criar novas possibilidades.

Sua prática é centrada na ideia de que a terapia pode ser um espaço seguro, acolhedor e transformador, onde é possível fortalecer valores, ampliar repertórios e reconstruir a relação com os próprios caminhos e escolhas.

Sua trajetória inclui atendimentos a pessoas de diferentes faixas etárias e com demandas diversas, como relacionamentos, inseguranças, conflitos familiares, dificuldades no trabalho, parentalidade, ansiedade e depressão. Também tem se dedicado à escuta sensível de vivências ligadas à sexualidade, à população LGBTQIA+, e a experiências de luto — sejam perdas concretas ou simbólicas.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, desenvolve um trabalho atento às narrativas que muitas vezes são silenciadas: o medo de parecer frágil, o sentimento de inadequação, o vazio emocional, as dúvidas sobre identidade ou sobre o lugar que se ocupa no mundo. Com empatia, respeito e escuta ativa, busca oferecer um espaço onde seja possível construir novas versões de si mesmo, em sintonia com os próprios valores, afetos e desejos.

Acredita que, mesmo nos contextos mais difíceis, há espaço para criação, reconexão e escolha. Seu trabalho é voltado a homens que buscam compreensão, cuidado e transformação em suas trajetórias.

Psicólogo João, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

João Schilling

CRP: 06/217558

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, atua com base nas Terapias Cognitivo-Comportamentais (TCC). 

Com ampla experiência no atendimento de adolescentes e adultos, desenvolve um trabalho focado em promover mudanças concretas na forma como as pessoas lidam com pensamentos, emoções e comportamentos em seu dia a dia.

Sua prática clínica é voltada para pessoas que enfrentam dificuldades como ansiedade, baixa autoestima, insegurança, procrastinação, vícios, entre outras questões que afetam o bem-estar emocional e os relacionamentos. Utiliza estratégias baseadas em evidências científicas para auxiliar no desenvolvimento de habilidades práticas de enfrentamento, tomada de decisão e regulação emocional.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que lidam com a pressão por desempenho, dificuldade em expressar emoções, impulsividade, conflitos interpessoais e sensação de estar “no automático”. Seu trabalho busca oferecer ferramentas para que esses homens possam compreender melhor seus padrões de funcionamento, fortalecer sua autonomia e construir relações mais saudáveis consigo e com os outros.

Acredita que o processo terapêutico, aliado a um espaço acolhedor e colaborativo, pode abrir novos caminhos de mudança e crescimento pessoal.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina

Fernanda Chencci

CRP: 06/190980

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas (HC/USP) , atua na clínica com base na psicanálise, oferecendo uma escuta atenta e cuidadosa para quem deseja compreender melhor suas emoções, padrões de comportamento e relações.

Com experiência tanto em contextos hospitalares quanto em consultório, já acompanhou pessoas em momentos delicados da vida — como lutos, crises pessoais, conflitos afetivos e profissionais, além de processos mais profundos de autoconhecimento. Está em formação contínua pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise, o que reforça seu compromisso com um trabalho ético, reflexivo e humano.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, tem acolhido homens que lidam com cobranças internas, dificuldade de se expressar, sensação de isolamento, dúvidas sobre o próprio lugar no mundo, pressões relacionadas à carreira, à sexualidade ou à paternidade. Também desenvolve um olhar atento para as questões que envolvem os relacionamentos — sejam amorosos, familiares ou sociais — e como esses vínculos impactam o bem-estar emocional e a forma como o homem se relaciona consigo mesmo.

Com respeito e sem julgamentos, Fernanda busca oferecer um espaço seguro para que cada paciente possa se ouvir com mais liberdade e encontrar caminhos mais autênticos para viver.

Acredita que a terapia não é um lugar de conserto, mas de encontro — com aquilo que somos, com o que sentimos e com o que ainda estamos nos tornando.