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Primeiras sessões de terapia: o que esperar

Homem descobrindo como são as primeiras sessões de terapia

O que acontece nas primeiras sessões de terapia? Um guia sobre os primeiros encontros

É comum que muitos homens adiem a busca por apoio psicológico por não saberem exatamente o que acontece dentro de uma sessão de terapia. A incerteza sobre como começar ou sobre o que falar pode gerar uma barreira inicial. No entanto, o início desse processo é mais simples e prático do que muitos imaginam.

As primeiras sessões de terapia servem como uma introdução mútua. É o momento em que você apresenta suas questões e o profissional explica como poderá ajudá-lo. Entender esse funcionamento ajuda a reduzir a ansiedade e permite que você aproveite melhor o espaço.

O primeiro passo: o que esperar do contato inicial

Para muitos homens, a decisão de iniciar a terapia envolve superar barreiras culturais. Desde cedo, o público masculino é frequentemente incentivado a resolver problemas de forma isolada e a não demonstrar vulnerabilidade. Essa pressão social pode fazer com que a busca por ajuda pareça, erroneamente, um sinal de fraqueza, quando na verdade exige coragem e autoconhecimento.

Além disso, existe o receio do desconhecido. A ideia de abrir pensamentos e preocupações para um estranho pode gerar desconforto. No entanto, entender que a terapia não é um interrogatório, mas um processo de colaboração, ajuda a desmistificar esse início e a encarar o acompanhamento como uma ferramenta estratégica para a vida.

O primeiro passo: o que esperar do contato inicial

A primeira sessão é focada no acolhimento. O psicólogo buscará entender o que o motivou a buscar ajuda neste momento específico da sua vida. Pode ser um problema pontual no trabalho, um conflito no relacionamento ou um sentimento de estresse constante que você não consegue mais ignorar.

Nesse encontro, o profissional fará algumas perguntas para mapear seu contexto de vida, mas não há pressão para “acertar” as respostas. O objetivo é criar um ambiente onde você se sinta seguro para falar com honestidade sobre suas percepções, mesmo que ainda tenha dificuldade em nomear exatamente o que está sentindo.

Perguntas que podem surgir na sessão

Para facilitar a conversa inicial, o psicólogo pode fazer perguntas que ajudem a guiar o relato, como:

  • “O que fez você decidir agendar esta sessão justamente hoje?”
  • “Como essa situação tem impactado sua rotina ou suas relações?”
  • “Você já buscou alguma forma de lidar com isso anteriormente?”
  • “Quais são suas expectativas principais em relação ao processo terapêutico?”

Esses questionamentos não são avaliações, mas ferramentas para que, juntos, vocês comecem a traçar um caminho de cuidado.

Como o psicólogo atua nas primeiras sessões

Diferente de uma conversa comum, o trabalho do psicólogo é pautado por uma escuta técnica e ética.

O papel da escuta profissional

Conversar com um psicólogo é diferente de desabafar com amigos. Enquanto o círculo social oferece conselhos baseados em vivências pessoais, o profissional utiliza o treinamento técnico para identificar padrões de comportamento e pensamentos que podem estar gerando sofrimento. Nas primeiras sessões, essa escuta ativa ajuda a organizar o que parece confuso em sua mente.

Entenda as diferentes formas de trabalho

É importante saber que cada psicólogo pode utilizar uma linha de raciocínio diferente para conduzir o tratamento. Essas variações são chamadas de “abordagens”. Algumas focam mais em comportamentos atuais, enquanto outras exploram a história de vida de forma mais profunda. Para entender qual delas melhor se adapta ao seu perfil, você pode ler mais sobre as abordagens de terapia em nosso guia completo.

O sigilo e a ética profissional

Para o público masculino, a discrição é muitas vezes uma prioridade. Na Igara, o sigilo profissional é um pilar absoluto. Tudo o que é discutido em sessão permanece protegido pelo código de ética da psicologia. Esse compromisso garante que você tenha um espaço de total liberdade para ser vulnerável sem o risco de julgamentos ou exposição externa.

Dúvidas comuns sobre o início do processo

Muitas vezes, a ideia de que é preciso ter um roteiro pronto impede o início da terapia. Na realidade, você não precisa saber exatamente o que falar. O psicólogo é treinado para conduzir a conversa e ajudá-lo a puxar os fios da sua própria história.

Outro ponto importante é a chamada “aliança terapêutica”. As primeiras sessões servem para você sentir se há afinidade com o profissional. Sentir-se respeitado e compreendido é fundamental para que o processo avance de forma eficiente. Não se espera uma mudança radical de imediato; a clareza costuma surgir gradualmente, conforme as questões são expostas e analisadas.

Reconhecendo o momento de continuar

Persistir após os primeiros encontros é fundamental. Falar sobre si mesmo pela primeira vez pode causar um estranhamento inicial, mas esse é um sinal de que você está saindo de uma zona de estagnação.

Cuidar da saúde mental é um investimento em sua autonomia e capacidade de decisão. Reconhecer que um acompanhamento profissional pode otimizar sua forma de lidar com os desafios é, acima de tudo, um sinal de maturidade.

Cuidar da saúde mental é um passo fundamental para o equilíbrio em todas as áreas da vida. Se você sente que este é o momento de priorizar seu bem-estar, conheça os profissionais da Igara e agende sua primeira conversa em um ambiente seguro e especializado no público masculino.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina
Fernanda Chencci

Psicóloga - CRP: 06/190980

Por:

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Foto de perfil do psicólogo Airton Batista Jr., profissional da Igara especializado em atendimento psicológico voltado à saúde mental do homem.

Airton Batista Jr.

CRP: 06/231430

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, atua com base na Análise do Comportamento e na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagens centradas na maneira como o indivíduo age e responde às próprias experiências internas e ao seu contexto social.

Com experiência no atendimento a jovens e adultos, seu trabalho tem como foco o reconhecimento e a regulação emocional, a aproximação aos valores pessoais e a promoção de mudanças concretas na forma de lidar com pensamentos, emoções e comportamentos.

Possui especial interesse na temática da saúde mental masculina, que constitui a base principal de seus estudos. Dedica-se a questões como sexualidade, racialidade, dificuldades de expressão emocional, relacionamentos, trabalho e outras demandas que possam gerar sofrimento psíquico.

Acredita que, por meio de uma relação terapêutica sólida e acolhedora, abrem-se caminhos para a ação, o desenvolvimento pessoal e a construção de novas possibilidades de existência.

Foto de perfil do psicólogo Luiz Felipe Leite da equipe Igara, profissional especializado em psicologia e saúde mental masculina.

Luiz Felipe Leite

CRP: 06/214804

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrando com pesquisa voltada às masculinidades, relações raciais e violência, atua na clínica orientado pela Psicologia Histórico-Cultural, em diálogo com a Esquizoanálise. Parte do entendimento de que o sofrimento psíquico não nasce apenas no indivíduo, mas também nas relações, nas condições de vida e nas expectativas sociais que atravessam cada sujeito.

Possui experiência no acompanhamento de homens em diferentes demandas, como ansiedade, desânimo, dificuldades emocionais, conflitos nos relacionamentos, crises existenciais, questões de identidade e sexualidade, além de experiências de luto, migração e sofrimento relacionado ao trabalho. Também atuou em serviços voltados à responsabilização de homens em situações de violência, contribuindo para uma escuta cuidadosa sobre emoções difíceis e possibilidades de mudança, sem moralização ou julgamento.

Na clínica, acolhe pessoas que lidam com pressões de desempenho, sobrecarga, sensação de isolamento e conflitos afetivos. Muitas vezes, esses sofrimentos estão ligados a expectativas sociais rígidas, especialmente de gênero e produtividade, que produzem silenciamentos, esgotamento e dificuldades nas relações consigo mesmas e com os outros.

Propõe um espaço de escuta ética e sem julgamentos, onde a terapia não é um lugar de “conserto”, mas de compreensão dos processos, responsabilização e construção de novas formas de existir mais coerentes com o que a pessoa deseja para si.

Retrato da profissional Tayná Grávio, psicóloga especialista em atendimento psicológico focado na saúde mental do homem.

Tayná Grávio

CRP: 06/188201

Psicóloga formada pela USP (Universidade de São Paulo), realiza seu trabalho com base na abordagem Psicanalítica. Entende que a escuta adequada é uma ferramenta transformadora, para ajudar as pessoas a entenderem mais sobre si.

Ao longo de sua formação teve experiências em contextos clínicos com atendimentos individuais e terapia de casal. Enxergando cada pessoa de maneira única, sua prática é voltada para que seja possível entender melhor sentimentos, necessidades e comportamentos, viabilizando assim decisões mais conscientes.

Trabalha temas como relacionamentos amorosos, questões ligadas à vida profissional, questões de autoestima, questões familiares, ansiedade, solidão, questões relacionadas à sexualidade, sentimentos conflituosos. Como muitas vezes nossas angústias não estão tão claras, sua atuação busca ajudar a compreender esses aspectos, como também lidar com momentos de dúvida. Podem haver histórias difíceis que nos acompanham, merecendo ser cuidadas da melhor forma possível.

Sua atuação na clínica de saúde mental masculina busca oferecer um espaço seguro para que os homens possam falar livremente suas angústias, anseios, desejos e os sentimentos que forem surgindo no percurso terapêutico. A utilização desses recursos aliada a uma escuta sem julgamentos auxilia olhar para a própria vida e encontrar sentido na mesma.

Acredita que apesar de desafiador, olhar para nossas questões pode ser fundamental para que mudanças possam ocorrer.

Foto de perfil da psicóloga Amanda Minari da Igara que oferece atendimento psicológico especializado em saúde mental masculina.

Amanda Minari

CRP: 06/231108

Psicóloga e mestranda pela Universidade de São Paulo (USP), tem sua prática clínica orientada pela psicanálise — abordagem que reconhece a importância de entrar em contato com os próprios sentimentos, indo além da superfície.

Sua experiência inclui atendimentos voltados a adolescentes, adultos e idosos, envolvendo diversos contextos e demandas, como lutos e processos de terminalidade, conflitos conjugais, dinâmicas familiares e vivências LGBTQIAPN+. No âmbito acadêmico, dedica-se a estudos sobre família, funções parentais e relacionamentos afetivos.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, compreende os impactos emocionais gerados pelas expectativas ligadas ao ideal de homem. Com empatia e cuidado, oferece um espaço de escuta que possibilita a construção de novos caminhos, favorecendo a elaboração do sofrimento e o fortalecimento da liberdade psíquica.

Acredita que buscar atendimento psicológico é um ato de coragem. Um movimento de quem se permite olhar para si e para suas relações de forma mais atenta e implicada.

Retrato profissional de psicólogo Lucas Mascarim da equipe Igara, dedicado ao cuidado psicológico e à saúde mental do homem.

Lucas Mascarim

CRP: 06/203051

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, Mestrando em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da USP, campus de Ribeirão Preto. Sua atuação é orientada para a construção de novas possibilidades de existência e para a produção de jeitos mais genuínos de se lidar com a própria vida.

Com ampla experiência no atendimento de homens adultos, idosos e adolescentes, sua prática é voltada para a promoção de formas genuínas e potentes de se relacionar consigo mesmo e com outras pessoas.

Tem atuado principalmente no campo dos conflitos relacionais, principalmente aqueles entre casais e famílias, com experiência de anos na Assistência Social e no Judiciário. Atua há quatro anos, também, com questões relacionadas às dependências, seja de álcool e outras drogas, jogos, pornografia e uso de hormônios anabolizantes. Ministrou aulas e supervisionou estágios relacionados a questões acerca da sexualidade, com ênfase em dificuldades relacionadas à vivência sexual e processos de descobrimento e vivência da orientação sexual.

No contexto da saúde mental masculina, acredita que a constante reflexão e questionamento de nossos valores, crenças e expectativas sobre quem somos ou acreditamos que deveríamos ser produz muitas potencialidades para que seja possível se tornar um homem cada vez melhor.

Promove a compreensão de que explorar a própria subjetividade é se transformar constantemente e entender que as exigências e pressões vividas pelos homens devem ser acolhidas com cuidado e atenção.

Psicólogo Pedro, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

Pedro Borsari

CRP: 06/218137

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na abordagem narrativa e colaborativa, reconhecendo que cada pessoa carrega histórias únicas — e que, ao revisitar essas histórias com cuidado e respeito, é possível abrir espaço para mudança, reconexão e crescimento.

Atende adultos que enfrentam momentos de dúvida, desconexão, crises pessoais ou um incômodo persistente que não sabem nomear. Seu trabalho busca oferecer um espaço seguro para quem se sente travado, distante de si ou sobrecarregado por escolhas e expectativas que já não fazem mais sentido. Com escuta ativa e parceria, ajuda o paciente a reorganizar experiências e reconhecer novas possibilidades de ser e estar no mundo.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que convivem com cobranças internas, dificuldades em expressar o que sentem, sensação de inadequação ou questionamentos sobre identidade e propósito. Muitas vezes, são histórias silenciadas por muito tempo — e a terapia se torna um espaço onde elas finalmente podem ser ditas, escutadas e resignificadas.

Acredita que não existem respostas prontas, mas caminhos que podem ser construídos com mais consciência, autonomia e conexão com o que realmente importa para cada um.

Psicóloga Lívia, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina e terapia

Lívia Magalhães

CRP: 06/218239

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na terapia narrativa, abordagem que compreende as vidas humanas como construídas por histórias — e que reconhece o potencial de ressignificá-las para criar novas possibilidades.

Sua prática é centrada na ideia de que a terapia pode ser um espaço seguro, acolhedor e transformador, onde é possível fortalecer valores, ampliar repertórios e reconstruir a relação com os próprios caminhos e escolhas.

Sua trajetória inclui atendimentos a pessoas de diferentes faixas etárias e com demandas diversas, como relacionamentos, inseguranças, conflitos familiares, dificuldades no trabalho, parentalidade, ansiedade e depressão. Também tem se dedicado à escuta sensível de vivências ligadas à sexualidade, à população LGBTQIA+, e a experiências de luto — sejam perdas concretas ou simbólicas.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, desenvolve um trabalho atento às narrativas que muitas vezes são silenciadas: o medo de parecer frágil, o sentimento de inadequação, o vazio emocional, as dúvidas sobre identidade ou sobre o lugar que se ocupa no mundo. Com empatia, respeito e escuta ativa, busca oferecer um espaço onde seja possível construir novas versões de si mesmo, em sintonia com os próprios valores, afetos e desejos.

Acredita que, mesmo nos contextos mais difíceis, há espaço para criação, reconexão e escolha. Seu trabalho é voltado a homens que buscam compreensão, cuidado e transformação em suas trajetórias.

Psicólogo João, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

João Schilling

CRP: 06/217558

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, atua com base nas Terapias Cognitivo-Comportamentais (TCC). 

Com ampla experiência no atendimento de adolescentes e adultos, desenvolve um trabalho focado em promover mudanças concretas na forma como as pessoas lidam com pensamentos, emoções e comportamentos em seu dia a dia.

Sua prática clínica é voltada para pessoas que enfrentam dificuldades como ansiedade, baixa autoestima, insegurança, procrastinação, vícios, entre outras questões que afetam o bem-estar emocional e os relacionamentos. Utiliza estratégias baseadas em evidências científicas para auxiliar no desenvolvimento de habilidades práticas de enfrentamento, tomada de decisão e regulação emocional.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que lidam com a pressão por desempenho, dificuldade em expressar emoções, impulsividade, conflitos interpessoais e sensação de estar “no automático”. Seu trabalho busca oferecer ferramentas para que esses homens possam compreender melhor seus padrões de funcionamento, fortalecer sua autonomia e construir relações mais saudáveis consigo e com os outros.

Acredita que o processo terapêutico, aliado a um espaço acolhedor e colaborativo, pode abrir novos caminhos de mudança e crescimento pessoal.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina

Fernanda Chencci

CRP: 06/190980

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas (HC/USP) , atua na clínica com base na psicanálise, oferecendo uma escuta atenta e cuidadosa para quem deseja compreender melhor suas emoções, padrões de comportamento e relações.

Com experiência tanto em contextos hospitalares quanto em consultório, já acompanhou pessoas em momentos delicados da vida — como lutos, crises pessoais, conflitos afetivos e profissionais, além de processos mais profundos de autoconhecimento. Está em formação contínua pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise, o que reforça seu compromisso com um trabalho ético, reflexivo e humano.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, tem acolhido homens que lidam com cobranças internas, dificuldade de se expressar, sensação de isolamento, dúvidas sobre o próprio lugar no mundo, pressões relacionadas à carreira, à sexualidade ou à paternidade. Também desenvolve um olhar atento para as questões que envolvem os relacionamentos — sejam amorosos, familiares ou sociais — e como esses vínculos impactam o bem-estar emocional e a forma como o homem se relaciona consigo mesmo.

Com respeito e sem julgamentos, Fernanda busca oferecer um espaço seguro para que cada paciente possa se ouvir com mais liberdade e encontrar caminhos mais autênticos para viver.

Acredita que a terapia não é um lugar de conserto, mas de encontro — com aquilo que somos, com o que sentimos e com o que ainda estamos nos tornando.