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Mudança de carreira: como lidar com dúvidas e pressão

Homem no horário de trabalho refletindo sobrea possibilidade de passar por mudança de carreira;

Mudança de carreira: como lidar com a transição sem comprometer o equilíbrio emocional

Pensar em mudar de carreira pode trazer uma mistura de inquietação, dúvida e até culpa. Para muitos homens, o trabalho não está ligado apenas à renda, mas também à identidade, à sensação de progresso e ao papel que ocupam na vida pessoal e familiar.

Quando surge a insatisfação, nem sempre é simples nomear o que está acontecendo. Em alguns casos, ela aparece como cansaço constante, perda de interesse ou a sensação de estar no piloto automático. Em outros, vem acompanhada de ansiedade ao pensar no futuro ou dificuldade de se imaginar no mesmo caminho por mais tempo.

Entender que essa transição mexe com as bases da autoconfiança é o primeiro passo para atravessar o processo com mais segurança. O objetivo não é apenas trocar de crachá, mas garantir que essa mudança ocorra preservando a saúde mental e o bem-estar de quem decide trilhar um novo caminho.

Por que pensar em mudança de carreira pode ser tão difícil

A ideia de mudar de carreira costuma esbarrar em fatores que vão além da escolha profissional. Existe uma expectativa social, muitas vezes internalizada, de que é preciso manter a estabilidade, crescer de forma linear e evitar erros ao longo do caminho.

Para muitos homens, isso pode gerar uma pressão silenciosa: a de sustentar decisões feitas no passado, mesmo quando elas já não fazem tanto sentido no presente.

Além disso, falar sobre insatisfação no trabalho nem sempre é fácil. Em alguns contextos, isso pode ser visto como falta de resiliência ou insegurança, o que faz com que muitos prefiram lidar com esse incômodo de forma isolada.

3 sinais de que algo não vai bem na sua carreira

Nem sempre a insatisfação aparece de forma clara. Muitas vezes, ela se manifesta em pequenos sinais que vão se acumulando com o tempo.

1. Desmotivação constante

Quando atividades que antes faziam sentido passam a parecer repetitivas ou sem propósito, pode surgir a sensação de estar apenas cumprindo tarefas, sem envolvimento real.

2. Cansaço que não melhora com descanso

O desgaste não está apenas no corpo, mas na mente. Mesmo após pausas ou finais de semana, a sensação de exaustão continua presente.

Em alguns casos, esse cansaço pode estar relacionado a um quadro mais amplo de esgotamento profissional, como o burnout.

3. Sensação de desalinhamento

Com o tempo, valores e prioridades podem mudar. Quando isso acontece, é comum sentir que o trabalho atual já não representa quem você é ou o que você busca.

O medo de mudar: o que está por trás disso

Mesmo quando os sinais estão claros, a decisão de mudar pode gerar insegurança.

O medo financeiro costuma ser um dos principais fatores. A possibilidade de instabilidade ou perda de renda pesa na decisão, especialmente quando existem responsabilidades envolvidas.

As expectativas sociais também influenciam esse processo. Existe uma ideia, muitas vezes implícita, de que é preciso manter estabilidade, seguir um caminho consistente e evitar mudanças bruscas. Isso pode tornar a decisão mais difícil, mesmo quando a insatisfação já está presente.

Também é comum o receio de julgamento — seja da família, de parceiros ou do próprio ambiente profissional. A ideia de “recomeçar” pode ser vista como um retrocesso, mesmo quando a mudança faz sentido internamente.

Outro ponto importante é a sensação de tempo investido. Anos de estudo, experiência e construção de carreira podem gerar a impressão de que mudar seria desperdiçar tudo isso.

Esses fatores não precisam ser ignorados. Pelo contrário, fazem parte do processo de reflexão.

Mudar de carreira não é uma decisão impulsiva

Pensar em mudança de carreira não significa escolher entre ficar exatamente onde está ou mudar tudo de uma vez.

Existem caminhos intermediários que podem ajudar a testar possibilidades com mais segurança:

  • buscar novas funções dentro da mesma área
  • mudar de empresa ou ambiente de trabalho
  • desenvolver novas habilidades
  • explorar interesses em paralelo

Essas alternativas permitem ampliar a visão sobre o que faz sentido, sem a necessidade de uma decisão imediata.

O impacto emocional das mudanças na carreira

Mudanças profissionais não envolvem apenas decisões práticas. Elas também têm um impacto emocional importante.

A incerteza pode gerar ansiedade, especialmente quando o futuro parece indefinido. Também pode surgir uma sensação de perda, principalmente quando a carreira esteve ligada à identidade por muito tempo.

Comparações com outras pessoas podem intensificar esse processo, aumentando a autocobrança e a sensação de não estar no ritmo esperado.

Em alguns casos, essa sobrecarga emocional se soma ao cansaço acumulado do trabalho, tornando mais difícil ter clareza sobre os próximos passos.

Quando vale buscar apoio profissional

Quando as dúvidas sobre a carreira começam a gerar ansiedade constante, sensação de estagnação ou impacto na rotina, pode ser útil conversar com um profissional.

Ter um espaço de escuta ajuda a organizar pensamentos, entender melhor o que está por trás da insatisfação e avaliar possibilidades com mais clareza.

A terapia não oferece respostas prontas, mas pode contribuir para que decisões sejam tomadas de forma mais consciente, considerando tanto os aspectos práticos quanto emocionais.

Se você sente que está em um momento de transição ou questionamento, entender quando buscar apoio pode ser um primeiro passo importante. Saiba mais sobre quando começar terapia.

Você não precisa decidir tudo sozinho

Pensar em mudar de carreira pode trazer dúvidas, inseguranças e pressão. Nem sempre é fácil organizar tudo isso sozinho, especialmente quando diferentes áreas da vida estão envolvidas.

Se esse é um momento de questionamento para você, pode ser útil ter um espaço seguro para refletir sobre suas escolhas, prioridades e possibilidades.

Na Igara, você encontra um ambiente profissional de escuta voltado para homens que querem entender melhor o que estão vivendo e tomar decisões com mais clareza. Conheça a plataforma e agende uma conversa com um psicólogo.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina
Fernanda Chencci

Psicóloga - CRP: 06/190980

Por:

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Foto de perfil do psicólogo Airton Batista Jr., profissional da Igara especializado em atendimento psicológico voltado à saúde mental do homem.

Airton Batista Jr.

CRP: 06/231430

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, atua com base na Análise do Comportamento e na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagens centradas na maneira como o indivíduo age e responde às próprias experiências internas e ao seu contexto social.

Com experiência no atendimento a jovens e adultos, seu trabalho tem como foco o reconhecimento e a regulação emocional, a aproximação aos valores pessoais e a promoção de mudanças concretas na forma de lidar com pensamentos, emoções e comportamentos.

Possui especial interesse na temática da saúde mental masculina, que constitui a base principal de seus estudos. Dedica-se a questões como sexualidade, racialidade, dificuldades de expressão emocional, relacionamentos, trabalho e outras demandas que possam gerar sofrimento psíquico.

Acredita que, por meio de uma relação terapêutica sólida e acolhedora, abrem-se caminhos para a ação, o desenvolvimento pessoal e a construção de novas possibilidades de existência.

Foto de perfil do psicólogo Luiz Felipe Leite da equipe Igara, profissional especializado em psicologia e saúde mental masculina.

Luiz Felipe Leite

CRP: 06/214804

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrando com pesquisa voltada às masculinidades, relações raciais e violência, atua na clínica orientado pela Psicologia Histórico-Cultural, em diálogo com a Esquizoanálise. Parte do entendimento de que o sofrimento psíquico não nasce apenas no indivíduo, mas também nas relações, nas condições de vida e nas expectativas sociais que atravessam cada sujeito.

Possui experiência no acompanhamento de homens em diferentes demandas, como ansiedade, desânimo, dificuldades emocionais, conflitos nos relacionamentos, crises existenciais, questões de identidade e sexualidade, além de experiências de luto, migração e sofrimento relacionado ao trabalho. Também atuou em serviços voltados à responsabilização de homens em situações de violência, contribuindo para uma escuta cuidadosa sobre emoções difíceis e possibilidades de mudança, sem moralização ou julgamento.

Na clínica, acolhe pessoas que lidam com pressões de desempenho, sobrecarga, sensação de isolamento e conflitos afetivos. Muitas vezes, esses sofrimentos estão ligados a expectativas sociais rígidas, especialmente de gênero e produtividade, que produzem silenciamentos, esgotamento e dificuldades nas relações consigo mesmas e com os outros.

Propõe um espaço de escuta ética e sem julgamentos, onde a terapia não é um lugar de “conserto”, mas de compreensão dos processos, responsabilização e construção de novas formas de existir mais coerentes com o que a pessoa deseja para si.

Retrato da profissional Tayná Grávio, psicóloga especialista em atendimento psicológico focado na saúde mental do homem.

Tayná Grávio

CRP: 06/188201

Psicóloga formada pela USP (Universidade de São Paulo), realiza seu trabalho com base na abordagem Psicanalítica. Entende que a escuta adequada é uma ferramenta transformadora, para ajudar as pessoas a entenderem mais sobre si.

Ao longo de sua formação teve experiências em contextos clínicos com atendimentos individuais e terapia de casal. Enxergando cada pessoa de maneira única, sua prática é voltada para que seja possível entender melhor sentimentos, necessidades e comportamentos, viabilizando assim decisões mais conscientes.

Trabalha temas como relacionamentos amorosos, questões ligadas à vida profissional, questões de autoestima, questões familiares, ansiedade, solidão, questões relacionadas à sexualidade, sentimentos conflituosos. Como muitas vezes nossas angústias não estão tão claras, sua atuação busca ajudar a compreender esses aspectos, como também lidar com momentos de dúvida. Podem haver histórias difíceis que nos acompanham, merecendo ser cuidadas da melhor forma possível.

Sua atuação na clínica de saúde mental masculina busca oferecer um espaço seguro para que os homens possam falar livremente suas angústias, anseios, desejos e os sentimentos que forem surgindo no percurso terapêutico. A utilização desses recursos aliada a uma escuta sem julgamentos auxilia olhar para a própria vida e encontrar sentido na mesma.

Acredita que apesar de desafiador, olhar para nossas questões pode ser fundamental para que mudanças possam ocorrer.

Foto de perfil da psicóloga Amanda Minari da Igara que oferece atendimento psicológico especializado em saúde mental masculina.

Amanda Minari

CRP: 06/231108

Psicóloga e mestranda pela Universidade de São Paulo (USP), tem sua prática clínica orientada pela psicanálise — abordagem que reconhece a importância de entrar em contato com os próprios sentimentos, indo além da superfície.

Sua experiência inclui atendimentos voltados a adolescentes, adultos e idosos, envolvendo diversos contextos e demandas, como lutos e processos de terminalidade, conflitos conjugais, dinâmicas familiares e vivências LGBTQIAPN+. No âmbito acadêmico, dedica-se a estudos sobre família, funções parentais e relacionamentos afetivos.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, compreende os impactos emocionais gerados pelas expectativas ligadas ao ideal de homem. Com empatia e cuidado, oferece um espaço de escuta que possibilita a construção de novos caminhos, favorecendo a elaboração do sofrimento e o fortalecimento da liberdade psíquica.

Acredita que buscar atendimento psicológico é um ato de coragem. Um movimento de quem se permite olhar para si e para suas relações de forma mais atenta e implicada.

Retrato profissional de psicólogo Lucas Mascarim da equipe Igara, dedicado ao cuidado psicológico e à saúde mental do homem.

Lucas Mascarim

CRP: 06/203051

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, Mestrando em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da USP, campus de Ribeirão Preto, atua com base na orientação esquizoanalítica. Esta abordagem é orientada para a construção de novas possibilidades de existência e para a produção de jeitos mais genuínos de se lidar com a própria vida.

Com ampla experiência no atendimento de homens adultos, idosos e adolescentes, sua prática é voltada para a promoção de formas genuínas e potentes de se relacionar consigo mesmo e com outras pessoas.

Tem atuado principalmente no campo dos conflitos relacionais, principalmente aqueles entre casais e famílias, com experiência de anos na Assistência Social e no Judiciário. Atua há quatro anos, também, com questões relacionadas às dependências, seja de álcool e outras drogas, jogos, pornografia e uso de hormônios anabolizantes. Ministrou aulas e supervisionou estágios relacionados a questões acerca da sexualidade, com ênfase em dificuldades relacionadas à vivência sexual e processos de descobrimento e vivência da orientação sexual.

No contexto da saúde mental masculina, acredita que a constante reflexão e questionamento de nossos valores, crenças e expectativas sobre quem somos ou acreditamos que deveríamos ser produz muitas potencialidades para que seja possível se tornar um homem cada vez melhor.

Promove a compreensão de que explorar a própria subjetividade é se transformar constantemente e entender que as exigências e pressões vividas pelos homens devem ser acolhidas com cuidado e atenção.

Psicólogo Pedro, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

Pedro Borsari

CRP: 06/218137

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na abordagem narrativa e colaborativa, reconhecendo que cada pessoa carrega histórias únicas — e que, ao revisitar essas histórias com cuidado e respeito, é possível abrir espaço para mudança, reconexão e crescimento.

Atende adultos que enfrentam momentos de dúvida, desconexão, crises pessoais ou um incômodo persistente que não sabem nomear. Seu trabalho busca oferecer um espaço seguro para quem se sente travado, distante de si ou sobrecarregado por escolhas e expectativas que já não fazem mais sentido. Com escuta ativa e parceria, ajuda o paciente a reorganizar experiências e reconhecer novas possibilidades de ser e estar no mundo.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que convivem com cobranças internas, dificuldades em expressar o que sentem, sensação de inadequação ou questionamentos sobre identidade e propósito. Muitas vezes, são histórias silenciadas por muito tempo — e a terapia se torna um espaço onde elas finalmente podem ser ditas, escutadas e resignificadas.

Acredita que não existem respostas prontas, mas caminhos que podem ser construídos com mais consciência, autonomia e conexão com o que realmente importa para cada um.

Psicóloga Lívia, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina e terapia

Lívia Magalhães

CRP: 06/218239

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na terapia narrativa, abordagem que compreende as vidas humanas como construídas por histórias — e que reconhece o potencial de ressignificá-las para criar novas possibilidades.

Sua prática é centrada na ideia de que a terapia pode ser um espaço seguro, acolhedor e transformador, onde é possível fortalecer valores, ampliar repertórios e reconstruir a relação com os próprios caminhos e escolhas.

Sua trajetória inclui atendimentos a pessoas de diferentes faixas etárias e com demandas diversas, como relacionamentos, inseguranças, conflitos familiares, dificuldades no trabalho, parentalidade, ansiedade e depressão. Também tem se dedicado à escuta sensível de vivências ligadas à sexualidade, à população LGBTQIA+, e a experiências de luto — sejam perdas concretas ou simbólicas.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, desenvolve um trabalho atento às narrativas que muitas vezes são silenciadas: o medo de parecer frágil, o sentimento de inadequação, o vazio emocional, as dúvidas sobre identidade ou sobre o lugar que se ocupa no mundo. Com empatia, respeito e escuta ativa, busca oferecer um espaço onde seja possível construir novas versões de si mesmo, em sintonia com os próprios valores, afetos e desejos.

Acredita que, mesmo nos contextos mais difíceis, há espaço para criação, reconexão e escolha. Seu trabalho é voltado a homens que buscam compreensão, cuidado e transformação em suas trajetórias.

Psicólogo João, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

João Schilling

CRP: 06/217558

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, atua com base nas Terapias Cognitivo-Comportamentais (TCC). 

Com ampla experiência no atendimento de adolescentes e adultos, desenvolve um trabalho focado em promover mudanças concretas na forma como as pessoas lidam com pensamentos, emoções e comportamentos em seu dia a dia.

Sua prática clínica é voltada para pessoas que enfrentam dificuldades como ansiedade, baixa autoestima, insegurança, procrastinação, vícios, entre outras questões que afetam o bem-estar emocional e os relacionamentos. Utiliza estratégias baseadas em evidências científicas para auxiliar no desenvolvimento de habilidades práticas de enfrentamento, tomada de decisão e regulação emocional.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que lidam com a pressão por desempenho, dificuldade em expressar emoções, impulsividade, conflitos interpessoais e sensação de estar “no automático”. Seu trabalho busca oferecer ferramentas para que esses homens possam compreender melhor seus padrões de funcionamento, fortalecer sua autonomia e construir relações mais saudáveis consigo e com os outros.

Acredita que o processo terapêutico, aliado a um espaço acolhedor e colaborativo, pode abrir novos caminhos de mudança e crescimento pessoal.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina

Fernanda Chencci

CRP: 06/190980

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas (HC/USP) , atua na clínica com base na psicanálise, oferecendo uma escuta atenta e cuidadosa para quem deseja compreender melhor suas emoções, padrões de comportamento e relações.

Com experiência tanto em contextos hospitalares quanto em consultório, já acompanhou pessoas em momentos delicados da vida — como lutos, crises pessoais, conflitos afetivos e profissionais, além de processos mais profundos de autoconhecimento. Está em formação contínua pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise, o que reforça seu compromisso com um trabalho ético, reflexivo e humano.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, tem acolhido homens que lidam com cobranças internas, dificuldade de se expressar, sensação de isolamento, dúvidas sobre o próprio lugar no mundo, pressões relacionadas à carreira, à sexualidade ou à paternidade. Também desenvolve um olhar atento para as questões que envolvem os relacionamentos — sejam amorosos, familiares ou sociais — e como esses vínculos impactam o bem-estar emocional e a forma como o homem se relaciona consigo mesmo.

Com respeito e sem julgamentos, Fernanda busca oferecer um espaço seguro para que cada paciente possa se ouvir com mais liberdade e encontrar caminhos mais autênticos para viver.

Acredita que a terapia não é um lugar de conserto, mas de encontro — com aquilo que somos, com o que sentimos e com o que ainda estamos nos tornando.