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Luto em homens: como lidar com a perda de forma saudável

Homem vivendo o luto em silêncio

Por que muitos homens têm dificuldade de falar sobre o luto?

Perder alguém importante é uma das experiências mais desafiadoras da vida. Seja a morte de um familiar, amigo, parceiro ou outra pessoa significativa, o luto costuma trazer uma série de mudanças emocionais, comportamentais e até físicas. Apesar de ser uma vivência humana universal, muitos homens encontram dificuldades para falar sobre a própria dor durante esse processo.

Em diferentes contextos sociais e culturais, ainda existe a expectativa de que os homens mantenham o controle emocional mesmo diante de situações profundamente dolorosas. Com isso, sentimentos relacionados à perda podem acabar sendo vividos de forma mais silenciosa, dificultando a busca por apoio e acolhimento.

Compreender a relação entre luto e masculinidade é um passo importante para promover mais saúde emocional e ampliar o diálogo sobre o tema.

O que é o luto?

O luto é uma resposta natural diante de uma perda significativa. Trata-se de um processo de adaptação emocional que permite à pessoa elaborar a ausência de alguém ou de algo importante em sua vida.

Embora seja frequentemente associado à morte, o luto também pode surgir após outras perdas marcantes, como o fim de um relacionamento, mudanças importantes na vida, perda de um emprego ou alterações na própria identidade.

Reações emocionais, físicas e comportamentais comuns

Cada pessoa vivencia o luto de forma única, mas algumas reações costumam ser frequentes, como:

  • Tristeza intensa
  • Saudade
  • Sensação de vazio
  • Raiva ou irritação
  • Culpa
  • Ansiedade
  • Dificuldade de concentração
  • Alterações no sono
  • Mudanças no apetite
  • Cansaço físico e emocional

Essas respostas podem variar em intensidade e duração, dependendo da história de vida, da relação com a perda e das condições emocionais de cada indivíduo.

Por que não existe uma forma “certa” de viver o luto

Não há um roteiro universal para o luto. Algumas pessoas sentem necessidade de falar sobre a perda com frequência, enquanto outras preferem momentos de maior introspecção. Há quem chore com facilidade e quem tenha dificuldade para expressar emoções de forma visível.

Reconhecer essa diversidade ajuda a evitar comparações e julgamentos. O mais importante é encontrar maneiras saudáveis de lidar com a dor e respeitar o próprio processo.

Por que muitos homens têm dificuldade de falar sobre o luto?

Diversos fatores podem influenciar essa dificuldade, especialmente aqueles ligados às expectativas sociais sobre o que significa ser homem.

Expectativas sociais relacionadas à masculinidade

Desde cedo, muitos homens recebem mensagens que valorizam autocontrole, resistência emocional e independência. Em alguns contextos, demonstrar tristeza pode ser interpretado como sinal de fragilidade.

A ideia de que homens devem ser fortes e resilientes

Durante situações de perda, alguns homens sentem que precisam assumir o papel de quem sustenta emocionalmente a família ou o grupo ao redor. Isso pode gerar a percepção de que não há espaço para expressar o próprio sofrimento.

O medo de parecer vulnerável

A vulnerabilidade ainda é vista com desconforto por muitos homens. Compartilhar sentimentos como tristeza, medo ou saudade pode despertar receio de julgamentos ou incompreensão.

Influências da educação e do ambiente familiar

As experiências vividas durante a infância também exercem influência importante. Homens que cresceram em ambientes onde emoções eram pouco discutidas podem encontrar mais dificuldades para identificar e verbalizar aquilo que sentem.

Como o luto pode se manifestar nos homens

Nem sempre o sofrimento aparece por meio do choro ou de conversas sobre a perda. Em alguns homens, o luto pode surgir de formas menos evidentes.

  • Irritabilidade e mudanças de humor
  • Isolamento social
  • Foco excessivo no trabalho ou em outras atividades
  • Dificuldade para reconhecer e verbalizar sentimentos

A importância da expressão emocional durante o luto

Expressar emoções não significa perder o controle. Na prática, trata-se de reconhecer o que está sendo vivido e encontrar formas saudáveis de lidar com isso.

Falar sobre a perda pode ajudar a organizar pensamentos, compreender emoções e reduzir a sensação de estar enfrentando tudo sozinho.

Ter pessoas dispostas a ouvir sem julgamentos faz diferença durante o processo de luto. Amigos, familiares e grupos de apoio podem oferecer acolhimento em momentos difíceis.

Relação do luto e terapia

A terapia oferece um espaço seguro para explorar emoções relacionadas à perda. Durante o acompanhamento psicológico, é possível compreender melhor os impactos do luto, desenvolver recursos para lidar com a dor e encontrar formas mais saudáveis de adaptação.

Para muitos homens, a terapia também representa uma oportunidade de falar sobre sentimentos que raramente encontram espaço em outros contextos.

Quando procurar ajuda profissional

O luto faz parte da experiência humana, mas existem situações em que o suporte psicológico pode ser especialmente importante.

Alguns sinais merecem atenção, como:

  • Sofrimento intenso que persiste por longos períodos
  • Dificuldade significativa para realizar atividades do dia a dia
  • Isolamento constante
  • Alterações importantes no sono ou apetite
  • Sensação frequente de desesperança
  • Impactos relevantes nos relacionamentos ou no trabalho

Como a terapia pode ajudar no processo de luto

O acompanhamento psicológico oferece um ambiente de escuta qualificada, onde a pessoa pode compreender melhor suas emoções e encontrar estratégias para atravessar esse período de forma mais saudável.

A importância de cuidar da saúde mental após uma perda significativa

Assim como cuidamos da saúde física diante de momentos difíceis, a saúde mental também merece atenção. Buscar apoio não diminui a força de ninguém. Pelo contrário, pode ser uma forma de enfrentar a dor com mais recursos e acolhimento.

Guardar o sofrimento por longos períodos pode trazer consequências importantes para o bem-estar emocional e físico.

O luto pode trazer dúvidas, silêncio e sentimentos difíceis de colocar em palavras. Você não precisa atravessar esse momento sozinho. Na Igara, você encontra psicólogos preparados para oferecer um espaço seguro de escuta, acolhimento e acompanhamento profissional. Conheça a terapia online para homens e dê o próximo passo no cuidado com a sua saúde mental.

Conheça a nossa plataforma e converse com um psicólogo.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina
Fernanda Chencci

Psicóloga - CRP: 06/190980

Por:

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Foto de perfil do psicólogo Airton Batista Jr., profissional da Igara especializado em atendimento psicológico voltado à saúde mental do homem.

Airton Batista Jr.

CRP: 06/231430

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, atua com base na Análise do Comportamento e na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagens centradas na maneira como o indivíduo age e responde às próprias experiências internas e ao seu contexto social.

Com experiência no atendimento a jovens e adultos, seu trabalho tem como foco o reconhecimento e a regulação emocional, a aproximação aos valores pessoais e a promoção de mudanças concretas na forma de lidar com pensamentos, emoções e comportamentos.

Possui especial interesse na temática da saúde mental masculina, que constitui a base principal de seus estudos. Dedica-se a questões como sexualidade, racialidade, dificuldades de expressão emocional, relacionamentos, trabalho e outras demandas que possam gerar sofrimento psíquico.

Acredita que, por meio de uma relação terapêutica sólida e acolhedora, abrem-se caminhos para a ação, o desenvolvimento pessoal e a construção de novas possibilidades de existência.

Foto de perfil do psicólogo Luiz Felipe Leite da equipe Igara, profissional especializado em psicologia e saúde mental masculina.

Luiz Felipe Leite

CRP: 06/214804

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrando com pesquisa voltada às masculinidades, relações raciais e violência, atua na clínica orientado pela Psicologia Histórico-Cultural, em diálogo com a Esquizoanálise. Parte do entendimento de que o sofrimento psíquico não nasce apenas no indivíduo, mas também nas relações, nas condições de vida e nas expectativas sociais que atravessam cada sujeito.

Possui experiência no acompanhamento de homens em diferentes demandas, como ansiedade, desânimo, dificuldades emocionais, conflitos nos relacionamentos, crises existenciais, questões de identidade e sexualidade, além de experiências de luto, migração e sofrimento relacionado ao trabalho. Também atuou em serviços voltados à responsabilização de homens em situações de violência, contribuindo para uma escuta cuidadosa sobre emoções difíceis e possibilidades de mudança, sem moralização ou julgamento.

Na clínica, acolhe pessoas que lidam com pressões de desempenho, sobrecarga, sensação de isolamento e conflitos afetivos. Muitas vezes, esses sofrimentos estão ligados a expectativas sociais rígidas, especialmente de gênero e produtividade, que produzem silenciamentos, esgotamento e dificuldades nas relações consigo mesmas e com os outros.

Propõe um espaço de escuta ética e sem julgamentos, onde a terapia não é um lugar de “conserto”, mas de compreensão dos processos, responsabilização e construção de novas formas de existir mais coerentes com o que a pessoa deseja para si.

Retrato da profissional Tayná Grávio, psicóloga especialista em atendimento psicológico focado na saúde mental do homem.

Tayná Grávio

CRP: 06/188201

Psicóloga formada pela USP (Universidade de São Paulo), realiza seu trabalho com base na abordagem Psicanalítica. Entende que a escuta adequada é uma ferramenta transformadora, para ajudar as pessoas a entenderem mais sobre si.

Ao longo de sua formação teve experiências em contextos clínicos com atendimentos individuais e terapia de casal. Enxergando cada pessoa de maneira única, sua prática é voltada para que seja possível entender melhor sentimentos, necessidades e comportamentos, viabilizando assim decisões mais conscientes.

Trabalha temas como relacionamentos amorosos, questões ligadas à vida profissional, questões de autoestima, questões familiares, ansiedade, solidão, questões relacionadas à sexualidade, sentimentos conflituosos. Como muitas vezes nossas angústias não estão tão claras, sua atuação busca ajudar a compreender esses aspectos, como também lidar com momentos de dúvida. Podem haver histórias difíceis que nos acompanham, merecendo ser cuidadas da melhor forma possível.

Sua atuação na clínica de saúde mental masculina busca oferecer um espaço seguro para que os homens possam falar livremente suas angústias, anseios, desejos e os sentimentos que forem surgindo no percurso terapêutico. A utilização desses recursos aliada a uma escuta sem julgamentos auxilia olhar para a própria vida e encontrar sentido na mesma.

Acredita que apesar de desafiador, olhar para nossas questões pode ser fundamental para que mudanças possam ocorrer.

Foto de perfil da psicóloga Amanda Minari da Igara que oferece atendimento psicológico especializado em saúde mental masculina.

Amanda Minari

CRP: 06/231108

Psicóloga e mestranda pela Universidade de São Paulo (USP), tem sua prática clínica orientada pela psicanálise — abordagem que reconhece a importância de entrar em contato com os próprios sentimentos, indo além da superfície.

Sua experiência inclui atendimentos voltados a adolescentes, adultos e idosos, envolvendo diversos contextos e demandas, como lutos e processos de terminalidade, conflitos conjugais, dinâmicas familiares e vivências LGBTQIAPN+. No âmbito acadêmico, dedica-se a estudos sobre família, funções parentais e relacionamentos afetivos.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, compreende os impactos emocionais gerados pelas expectativas ligadas ao ideal de homem. Com empatia e cuidado, oferece um espaço de escuta que possibilita a construção de novos caminhos, favorecendo a elaboração do sofrimento e o fortalecimento da liberdade psíquica.

Acredita que buscar atendimento psicológico é um ato de coragem. Um movimento de quem se permite olhar para si e para suas relações de forma mais atenta e implicada.

Retrato profissional de psicólogo Lucas Mascarim da equipe Igara, dedicado ao cuidado psicológico e à saúde mental do homem.

Lucas Mascarim

CRP: 06/203051

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, Mestrando em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da USP, campus de Ribeirão Preto. Sua atuação é orientada para a construção de novas possibilidades de existência e para a produção de jeitos mais genuínos de se lidar com a própria vida.

Com ampla experiência no atendimento de homens adultos, idosos e adolescentes, sua prática é voltada para a promoção de formas genuínas e potentes de se relacionar consigo mesmo e com outras pessoas.

Tem atuado principalmente no campo dos conflitos relacionais, principalmente aqueles entre casais e famílias, com experiência de anos na Assistência Social e no Judiciário. Atua há quatro anos, também, com questões relacionadas às dependências, seja de álcool e outras drogas, jogos, pornografia e uso de hormônios anabolizantes. Ministrou aulas e supervisionou estágios relacionados a questões acerca da sexualidade, com ênfase em dificuldades relacionadas à vivência sexual e processos de descobrimento e vivência da orientação sexual.

No contexto da saúde mental masculina, acredita que a constante reflexão e questionamento de nossos valores, crenças e expectativas sobre quem somos ou acreditamos que deveríamos ser produz muitas potencialidades para que seja possível se tornar um homem cada vez melhor.

Promove a compreensão de que explorar a própria subjetividade é se transformar constantemente e entender que as exigências e pressões vividas pelos homens devem ser acolhidas com cuidado e atenção.

Psicólogo Pedro, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

Pedro Borsari

CRP: 06/218137

Psicólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na abordagem narrativa e colaborativa, reconhecendo que cada pessoa carrega histórias únicas — e que, ao revisitar essas histórias com cuidado e respeito, é possível abrir espaço para mudança, reconexão e crescimento.

Atende adultos que enfrentam momentos de dúvida, desconexão, crises pessoais ou um incômodo persistente que não sabem nomear. Seu trabalho busca oferecer um espaço seguro para quem se sente travado, distante de si ou sobrecarregado por escolhas e expectativas que já não fazem mais sentido. Com escuta ativa e parceria, ajuda o paciente a reorganizar experiências e reconhecer novas possibilidades de ser e estar no mundo.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que convivem com cobranças internas, dificuldades em expressar o que sentem, sensação de inadequação ou questionamentos sobre identidade e propósito. Muitas vezes, são histórias silenciadas por muito tempo — e a terapia se torna um espaço onde elas finalmente podem ser ditas, escutadas e resignificadas.

Acredita que não existem respostas prontas, mas caminhos que podem ser construídos com mais consciência, autonomia e conexão com o que realmente importa para cada um.

Psicóloga Lívia, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina e terapia

Lívia Magalhães

CRP: 06/218239

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), atua com base na terapia narrativa, abordagem que compreende as vidas humanas como construídas por histórias — e que reconhece o potencial de ressignificá-las para criar novas possibilidades.

Sua prática é centrada na ideia de que a terapia pode ser um espaço seguro, acolhedor e transformador, onde é possível fortalecer valores, ampliar repertórios e reconstruir a relação com os próprios caminhos e escolhas.

Sua trajetória inclui atendimentos a pessoas de diferentes faixas etárias e com demandas diversas, como relacionamentos, inseguranças, conflitos familiares, dificuldades no trabalho, parentalidade, ansiedade e depressão. Também tem se dedicado à escuta sensível de vivências ligadas à sexualidade, à população LGBTQIA+, e a experiências de luto — sejam perdas concretas ou simbólicas.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, desenvolve um trabalho atento às narrativas que muitas vezes são silenciadas: o medo de parecer frágil, o sentimento de inadequação, o vazio emocional, as dúvidas sobre identidade ou sobre o lugar que se ocupa no mundo. Com empatia, respeito e escuta ativa, busca oferecer um espaço onde seja possível construir novas versões de si mesmo, em sintonia com os próprios valores, afetos e desejos.

Acredita que, mesmo nos contextos mais difíceis, há espaço para criação, reconexão e escolha. Seu trabalho é voltado a homens que buscam compreensão, cuidado e transformação em suas trajetórias.

Psicólogo João, profissional da Igara especializado em saúde mental masculina e terapia online para homens

João Schilling

CRP: 06/217558

Psicólogo clínico formado pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, atua com base nas Terapias Cognitivo-Comportamentais (TCC). 

Com ampla experiência no atendimento de adolescentes e adultos, desenvolve um trabalho focado em promover mudanças concretas na forma como as pessoas lidam com pensamentos, emoções e comportamentos em seu dia a dia.

Sua prática clínica é voltada para pessoas que enfrentam dificuldades como ansiedade, baixa autoestima, insegurança, procrastinação, vícios, entre outras questões que afetam o bem-estar emocional e os relacionamentos. Utiliza estratégias baseadas em evidências científicas para auxiliar no desenvolvimento de habilidades práticas de enfrentamento, tomada de decisão e regulação emocional.

Na clínica de saúde mental masculina, tem acompanhado homens que lidam com a pressão por desempenho, dificuldade em expressar emoções, impulsividade, conflitos interpessoais e sensação de estar “no automático”. Seu trabalho busca oferecer ferramentas para que esses homens possam compreender melhor seus padrões de funcionamento, fortalecer sua autonomia e construir relações mais saudáveis consigo e com os outros.

Acredita que o processo terapêutico, aliado a um espaço acolhedor e colaborativo, pode abrir novos caminhos de mudança e crescimento pessoal.

Psicóloga Fernanda, profissional da Igara especializada em saúde mental masculina

Fernanda Chencci

CRP: 06/190980

Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas (HC/USP) , atua na clínica com base na psicanálise, oferecendo uma escuta atenta e cuidadosa para quem deseja compreender melhor suas emoções, padrões de comportamento e relações.

Com experiência tanto em contextos hospitalares quanto em consultório, já acompanhou pessoas em momentos delicados da vida — como lutos, crises pessoais, conflitos afetivos e profissionais, além de processos mais profundos de autoconhecimento. Está em formação contínua pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise, o que reforça seu compromisso com um trabalho ético, reflexivo e humano.

Na clínica voltada à saúde mental masculina, tem acolhido homens que lidam com cobranças internas, dificuldade de se expressar, sensação de isolamento, dúvidas sobre o próprio lugar no mundo, pressões relacionadas à carreira, à sexualidade ou à paternidade. Também desenvolve um olhar atento para as questões que envolvem os relacionamentos — sejam amorosos, familiares ou sociais — e como esses vínculos impactam o bem-estar emocional e a forma como o homem se relaciona consigo mesmo.

Com respeito e sem julgamentos, Fernanda busca oferecer um espaço seguro para que cada paciente possa se ouvir com mais liberdade e encontrar caminhos mais autênticos para viver.

Acredita que a terapia não é um lugar de conserto, mas de encontro — com aquilo que somos, com o que sentimos e com o que ainda estamos nos tornando.